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Já se aproxima...

Todos os anos, por esta altura, é a mesma coisa. Um friozinho no estômago e um formigueiro no corpo que denunciam a ansiedade. É que falta pouco mais de uma semana para os melhores três dias do ano, de todos os anos.
Se é verdade que a Festa do Avante! é, orgulhosa e declaradamente, construida pelos militantes do PCP para os militantes do PCP, também é verdade que toda a gente é bem-vinda. A única coisa que não é tolerada é a intolerância. Acredito que, por mais que todos apreciem a Festa, ninguém a sente tanto nem tão bem como nós, comunistas. Porque sabemos, até ao máximo pormenor, como ela e feita, como chega àqueles três dias que são, ao fim ao cabo, o culminar de meses e meses de trabalho e de, eles próprios, grande festa. Sabemos que, também naqueles três dias, somos responsáveis por tudo o que acontece na festa. Cada serviço e cada actividade sai da nossa capacidade de trabalho e organização. E ninguém que esteja fora pode imaginar o orgulho imenso que isso proporciona.
Mas deixando isso de parte por um pouco, e falando da perspectiva do comum visitante, a Festa é, para quem vai pela primeira vez e, na grande maioria dos casos, uma surpresa estrondosa. Alguém que nunca lá tenha estado não pode imaginar que a Festa é tão grande, tão bonita e tão completa. É, sem falsas pretensões mas também sem falsas modéstias, o celebrar da diversidade, da cultura, da tradição, da música, da ciência, da literatura, do debate, da gastronomia, do teatro e de tantas, tantas outras coisas. A Festa é aquilo que é, aquilo que se pode ver, sentir, ouvir, provar. É um espaço que surge de muito, muito trabalho dos meus saudosos camaradas, que eu tanto admiro, mas que, no fim de contas, parece ter surgido do nada, parece ser uma entidade própria, que ganha vida e nos oferece o melhor, naqueles três dias. E é por ser assim que é tão inexplicável. É por isso que tudo o que eu aqui possa dizer e tudo o que outros possam dizer será pouco para que, alguém que nunca lá esteve, possa entender o que a Festa é. É por isso que é imperativo que todos a descubram, pela primeira vez ou, simplesmente, mais uma vez. É por isso que, a já habitual, frase nunca perde significado:

"Não há Festa como esta!"


6 comments

Algo me diz que fomos criadas as mesma maneira :)

Não me admirava nada :)

Vamos lá ver se é este ano a minha primeira vez.

...estou a falar da festa.
Só naquela de não haver mal-entendidos.

Olha que bem. Eu adoro ir com virgens (em relação à Festa, claro) e ver a reacção deles. Enjoy it!

Este ano não fui... espero que te tenhas divertido pelas duas, Luinha :-))

beijo grande

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